DIBUK – THE MUSICAL Brings a Classic Jewish Love Story of Forbidden Love and Mysticism to the Stage
by Claudio Erlichman. The production runs from April 24th through May 31st, at Teatro Sergio Cardoso.
São Paulo, Brazil — Dibuk – The Musical will premiere on April 23 at Teatro Sérgio Cardoso, bringing a new large-scale musical adaptation of Sch. An-Sky’s (1863-1920) landmark play The Dybbuk, or Between Two Worlds to São Paulo audiences. Running through May 31, 2026, the production reimagines one of the most important works of Yiddish and Hebrew theater, often described as the “Romeo and Juliet” of Jewish drama, blending romance, mysticism and spiritual conflict.
Set in a 19th-century shtetl in Eastern Europe, the story follows Hanan, a poor yeshiva student in love with Leah. When her father refuses their marriage and promises her to another man, Hanan dies in despair and returns as a dybbuk — a wandering spirit believed in Jewish folklore to possess the living. His soul enters Leah’s body on the eve of her wedding, leading to a powerful exorcism and a dramatic confrontation between love, destiny and the supernatural.
Directed by Marcelo Klabin, with a new adaptation by Alberto (Gingi) B. Worcman and Paula Targo and consulting by Luís Alberto de Abreu, the musical combines drama, music, dance and circus elements for an immersive theatrical experience. Traditional Jewish dance plays a central role in the storytelling, while the score draws inspiration from ancestral Klezmer melodies, with original songs and musical direction by Gustavo Kurlat.
With 31 actors on stage and more than 80 professionals behind the scenes, the production features 44 original songs, 1,300 costume pieces, over 300 stage lights and more than 50 handcrafted wigs and beards. The cast includes Verônica Goeldi, Luis Vasconcelos, Dagoberto Feliz, Lilian Blanc, Heitor Goldflus and Nábia Vilela, among others. Presented in two acts with a running time of approximately 150 minutes, performances will take place Thursday through Saturday at 8 PM and Sundays at 4 PM.
Dibuk – The Musical, a new adaptation of the iconic Jewish theater classic.
photo by Mare Martin.
Com 31 atores em cena, coreografias vibrantes e uma dramaturgia renovada e impactante, “Dibuk – O Musical” estreia no Teatro Sérgio Cardoso no dia 23 de abril, em São Paulo, para curta temporada até 31 de maio de 2026. A montagem une drama, música, dança e elementos circenses, tendo a dança tradicional judaica e a força da narrativa como eixos centrais da encenação.
Apresentado em dois atos, com duração aproximada de 150 minutos, o musical terá sessões de quinta a sábado, às 20h, e aos domingos, às 16h.
Uma das obras mais celebradas do teatro judaico ganhará uma nova e grandiosa vida em São Paulo. A partir de 23 de abril, o Teatro Sérgio Cardoso recebe a estreia de Dibuk – O Musical, uma adaptação em grande escala da icônica peça do início do século XX O Dibuk, ou Entre Dois Mundos, em curta temporada até 31 de maio de 2026. Frequentemente descrita como o “Romeu e Julieta” do teatro iídiche, O Dibuk é considerada uma das obras mais importantes da literatura dramática em iídiche e hebraico. Escrita entre 1914 e 1916 pelo etnógrafo e dramaturgo judeu-russo Sch. An-Sky (1863-1920), a peça mistura folclore, misticismo hassídico e drama espiritual em uma história arrebatadora sobre paixão, destino e a tênue fronteira entre a vida e a morte.
Ambientada em um shtetl — uma pequena aldeia judaica da Europa Oriental do século XIX — a trama acompanha Hanã, um pobre estudante de yeshivá profundamente apaixonado por Lea. Quando o pai da jovem recusa o casamento e a promete a outro homem, Hanã morre em desespero. Sua alma retorna como um dibuk, um espírito errante que, segundo o folclore judaico, pode possuir os vivos, e entra no corpo de Lea na véspera de seu casamento. O que se segue é um intenso confronto espiritual que culmina em um dramático exorcismo conduzido por um rabino. A obra original, inicialmente intitulada Tsvishn Tsvey Veltn (“Entre Dois Mundos”), tornou-se famosa por seu estilo expressionista, sua atmosfera mística e sua profunda exploração do amor proibido, das promessas sagradas e da transcendência espiritual. Após sua estreia em 1916, rapidamente se espalhou pelos palcos da Europa e se consolidou como um marco da tradição dramática judaica.
in Dibuk – The Musical, helping tell a story of love and destiny.
photo by Mare Martin.
Agora, essa poderosa lenda chega em forma de musical contemporâneo, combinando drama, música, dança e elementos circenses para criar uma experiência teatral imersiva. Com direção de Marcelo Klabin, conhecido por seu trabalho em O Rei Leão, a montagem traz uma adaptação inédita assinada por Alberto (Gingi) B. Worcman e Paula Targo, com consultoria de Luís Alberto de Abreu. A trilha sonora foi inspirada em melodias ancestrais do Klezmer, transmitidas oralmente ao longo de gerações. A direção musical e as canções originais são de Gustavo Kurlat, vencedor do Prêmio Shell por Pequeno Sonho em Vermelho, que também assina as letras ao lado de Worcman. Os arranjos instrumentais e a regência são de Vicente Falek, enquanto a preparação vocal fica a cargo de Tarita de Souza.
Com 31 atores em cena e mais de 80 profissionais envolvidos nos bastidores, o espetáculo promete uma encenação visual e emocionalmente grandiosa. A dança tradicional judaica ocupa um papel central na dramaturgia, funcionando não apenas como complemento musical, mas como força narrativa capaz de expressar os conflitos emocionais e espirituais dos personagens. O elenco reúne Verônica Goeldi (Wicked), Luis Vasconcelos (Sidney Magal), Dagoberto Feliz (Palhaços), além de Lilian Blanc (O Diário de Anne Frank), Nábia Vilela (Gota D’Água), Rafael Pucca, Romis Ferreira e Heitor Goldflus, entre outros. A grandiosidade da produção também aparece nos números impressionantes: são 44 músicas originais, mais de 300 refletores, 1.300 peças de figurino e mais de 50 perucas e barbas confeccionadas fio a fio.
Dibuk – The Musical explores the delicate boundary between life and death,
using movement and music to deepen its emotional storytelling.
photo by Mare Martin.
Como curiosidade, em 1929, George Gershwin (1898-1937) assinou um contrato com a Metropolitan Opera para compor uma ópera baseada no Dibuk. Gershwin via o projeto como uma importante mudança em sua trajetória artística e pretendia mergulhar no estudo da cultura judaica do Leste Europeu para desenvolvê-lo. No entanto, a ideia foi abandonada quando os direitos da obra foram rapidamente adquiridos, em dezembro de 1929, pelo compositor italiano Ludovico Rocca (1895-1986). A ópera Il Dibuk, de Rocca, estreou no Teatro alla Scala em 1934 e teve outras apresentações nos Estados Unidos, no Carnegie Hall, em Nova York, e em Chicago, durante os anos de guerra. Após perder o projeto, Gershwin voltou sua atenção para Porgy and Bess, de 1935, e alguns estudiosos acreditam que ele pretendia aproveitar ali ideias musicais originalmente pensadas para The Dybbuk. O compositor seguiu trabalhando em outros projetos, incluindo trilhas para o cinema, até sua morte repentina em 11 de julho de 1937, aos 38 anos, em decorrência de um tumor cerebral.
Equilibrando romance, suspense, espiritualidade e momentos de humor, o musical busca preservar a profundidade emocional da obra original ao mesmo tempo em que oferece uma experiência renovada e acessível ao público contemporâneo. Por meio da fusão de diferentes linguagens cênicas e da exploração de um amor que transcende a própria morte, Dibuk – O Musical convida o público a mergulhar em um universo onde misticismo e emoção humana se encontram entre dois mundos.
Instagram: https://www.instagram.com/dibuk.omusical/
the new musical explores love, mysticism and the boundary between life and death.
photo by Mare Martin.
Ficha Técnica:
Da obra original de Sch. An-Ski
Texto: Alberto (Gingi) B. Worcman e Paula Targo
Consultoria: Luis Alberto de Abreu
Músicas originais e Direção Musical: Gustavo Kurlat
Direção Geral: Marcelo Klabin
Letras: Alberto (Gingi) B. Worcman e Gustavo Kurlat
Elenco: Verônica Goeldi, Luis Vasconcelos, Dagoberto Feliz, Rafael Pucca, Romis Ferreira, Nábia Villela, Heitor Goldflus, Lilian Blanc, Gustavo Waz, Fernanda Melém, Rodrigo Miallaret, Gabriela Melo, Lucas Marques, Eduardo Leão, Mateus Torres, Victor Froiman, Thiago Ledier, Éri Correia, Juliana Ferretti, Bel Nobre, Chiara Lazzaratto, Erick Carlier, Natalia Presser, Gui Boranga, Tamara Figueiredo, Geisa Helena, Luara Bolandini, Diego Oliveira, Juliano Alvarenga, Will Kreff e Alicio Zimmermann.
Arranjos instrumentais e Regência: Vicente Falek
Arranjos e Preparação Vocal: Tarita de Souza
Cenário: Marco Lima
Figurinos: Fábio Namatame
Designer de Luz: Guilherme Bonfanti
Designer de Som: Bruno Pinho
Coreografia: Alberto (Gingi) B. Worcman e Loba Targownik
Visagismo: Diego Durso
Direção de Ilusionismo: Alicio Zimmermann
Coordenadora Circense: Natalia Presser
Assistente de Direção: Jade Ito
Produção Executiva: Marcella Castilho e Wesley Lima
Direção de Produção: Marisa Medeiros
Consultoria de Projeto: Brancalyone Produções - Edinho Rodrigues
Idealização: Alberto (Gingi) B. Worcman e Paula Targo
Serviço:
DIBUK- O MUSICAL ,
da obra original de Sch. An-Ski
Temporada: de 23 de abril a 31 de maio de 2026
Horários: de quinta a sábado, às 20h e aos domingos, às 16h
Local: Teatro Sérgio Cardoso
Endereço: Rua Rui Barbosa, 153 - Bela Vista, São Paulo
Setores:
Plateia VIP central: R$ 300,00 (inteira), R$ 150,00 (meia)
Plateia VIP lateral: R$ 230,00 (inteira), R$ 115,00 (meia)
Plateia central: R$ 200,00 (inteira), R$ 100,00 (meia)
Plateia lateral: R$ 180,00 (inteira), R$ 90,00 (meia)
Balcão: R$ 120,00 (inteira), R$ 60,00 (meia)
Visão parcial plateia VIP lateral: R$ 150,00 (inteira), R$ 75,00 (meia)
Visão parcial plateia lateral: R$ 120,00 (inteira), R$ 60,00 (meia)
Visão parcial balcão: R$ 80,00 (inteira), R$ 40,00 (meia)
Ingressos:
Venda online em Sympla.com.br
Bilheteria: Em dia de espetáculo, das 14h até o horário de início da sessão.
Classificação: 12 anos
Duração: aproximadamente 150 minutos
Acessibilidade: teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida
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