O que aconteceria se um teatro se desmoronasse e nos seus escombros só encontrássemos um sobrevivente: o ponto?
A protagonista de Sopro não é uma atriz mas uma mulher chamada Cristina Vidal, que trabalha como ponto no D. Maria II, há mais de vinte e cinco anos. Acompanhada em palco por seis atores e centenas de fantasmas, esta guardiã de uma profissão em vias de extinção vai evocar as histórias reais e ficcionais de um teatro agora em ruínas. Que teatro habita a sua imaginação e a sua memória? Que mundo nos pode dar a ver usando apenas o seu sopro invisível?
Sopro estreia em julho no Festival de Avignon, em França. Em novembro, chega à Sala Garrett. Esta foi a segunda participação do D. Maria II neste festival de referência para as artes performativas, depois de António e Cleópatra de Tiago Rodrigues ter sido aí apresentado, em 2015.
A protagonista de Sopro não é uma atriz mas uma mulher chamada Cristina Vidal, que trabalha como ponto no D. Maria II, há mais de vinte e cinco anos. Acompanhada em palco por seis atores e centenas de fantasmas, esta guardiã de uma profissão em vias de extinção vai evocar as histórias reais e ficcionais de um teatro agora em ruínas. Que teatro habita a sua imaginação e a sua memória? Que mundo nos pode dar a ver usando apenas o seu sopro invisível?
Sopro estreia em julho no Festival de Avignon, em França. Em novembro, chega à Sala Garrett. Esta foi a segunda participação do D. Maria II neste festival de referência para as artes performativas, depois de António e Cleópatra de Tiago Rodrigues ter sido aí apresentado, em 2015.
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