A memória evanescente de Eurídice, a sombra negra de Medeia, a alienação de Mary Tyrone e aquilo que ainda nos resta de Blanche DuBois. Fados/vidas que nos devolvem as impressões e a palavra de figuras tutelares femininas do teatro e da mitologia literária.
Um objeto que cruza as vozes de Aldina Duarte e Isabel Abreu num território de confluências, presságios, maldições e quase-retratos fracionários destas figuras de ficção que há tanto tempo nos acompanham, destas artistas também, destas histórias, da nossa forma de as ler, de as ligar, religar ou desligar, com este chão que nos sustém a todos: o palco. Figuras arquetípicas, textos matriciais, e duas mulheres sempre dispostas a elaborar no risco, no incerto, no apenas-pressentido.
Uma galeria?
Uma coleção?
Um alfabeto?
Aldina.
Isabel.
Um objeto que cruza as vozes de Aldina Duarte e Isabel Abreu num território de confluências, presságios, maldições e quase-retratos fracionários destas figuras de ficção que há tanto tempo nos acompanham, destas artistas também, destas histórias, da nossa forma de as ler, de as ligar, religar ou desligar, com este chão que nos sustém a todos: o palco. Figuras arquetípicas, textos matriciais, e duas mulheres sempre dispostas a elaborar no risco, no incerto, no apenas-pressentido.
Uma galeria?
Uma coleção?
Um alfabeto?
Aldina.
Isabel.
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