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A BWW conversa com Daniel Adolfsson para falar sobre apresentar Bad Boy no Festival Fringe de Edimburgo 2026.
Conte-nos um pouco sobre Bad Boy.
O espetáculo fala sobre a maioria de nós, contado por um rapaz que não sabe nada melhor. Jack quer tanto o sonho que prefere se sabotar do que descobrir que não é suficiente para ele — não é homem o bastante, não é bem-sucedido o bastante, não é o bastante para que alguém fique. E o sonho é sempre o amor verdadeiro, não é?
Então ele afasta as pessoas que estão mais próximas para protegê-las — e acaba as perdendo mesmo assim. No fim, trata-se do que nos impede, quanto disso é culpa nossa e quanto já estava lá antes mesmo de começarmos. Ainda assim, é uma comédia, prometo!
Qual foi a inspiração por trás dele?
Há tanta inspiração — tanto da arte quanto da vida. Mas principalmente vem de momentos específicos, espaços compartilhados e emoções sentidas e dissecadas. Isso é o combustível mais potente.
Qual a importância da música para a peça?
A música é a base do sonho, a forma de saborear, esquecer e lamentar.
Quem você gostaria que viesse assistir?
Pessoas que já acordaram no meio da vida se perguntando o que diabos as despertou, mas também aquelas que sabem exatamente o que foi.
O que você gostaria que o público levasse dali?
Aquela sensação específica que você tem depois de um encontro muito bom ou de uma festa incrível. O sol brilha um pouco mais forte, a água tem um gosto razoável e suas preocupações estão organizadas em pedacinhos menores, mais fáceis de mastigar.
Bad Boy estará no Edinburgh Fringe no Underbelly Cowgate de 5 a 30 de agosto (exceto dia 17) às 13h. Informações sobre ingressos aqui: https://www.edfringe.com/tickets/whats-on/bad-boy
Crédito da foto: Charlotte Davidson
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