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A RECEPCIONISTA, de Adam Bock, dirigida por Sarah Benson, estreia oficialmente esta noite no Irene Diamond Stage do Pershing Square Signature Center. A produção conta com a participação da ganhadora de dois prêmios Tony, Katie Finneran, ao lado de Mallori Johnson, Nael Nacer e Will Pullen. Veja o que os críticos estão dizendo em nosso resumo de críticas.
Ambientada no Escritório do Nordeste, a peça acompanha uma recepcionista que passa seus dias atendendo telefonemas, fazendo café e conversando com os colegas de trabalho. Quando um visitante inesperado do Escritório Central chega, a rotina do escritório começa a se desmoronar.
A RECEPCIONISTA é descrita como uma comédia sombria que examina a burocracia e a cumplicidade através das interações no ambiente de trabalho e da cultura de escritório.
Robert Hofler, The Wrap: Há frequentemente um grande problema com peças curtas, aquelas que duram 90 minutos ou menos. Embora o público goste de voltar para casa mais cedo, pode-se perguntar: "Por que você não ficou em casa?" A nova peça de Adam Bock, "A Recepcionista", abriu na quinta-feira no Pershing Square Signature Center, onde é apresentada pelo Second Stage. Ela tem 80 minutos de duração e leva cerca de 40 para chegar ao momento chocante.
Joe Dziemianowicz, New York Theatre Guide: O autor Adam Bock adota uma abordagem semelhante, brincalhona e travessa neste trabalho, onde a ambiguidade e a cumplicidade são apenas fatos da vida. Com 80 minutos de duração, a peça é leve em escopo, mas astuciosamente elaborada. Ela busca fazer sua mente vibrar sobre o mundo e, mais importante, seu lugar interconectado nele. Cumpre o que se propõe a fazer.
Frank Scheck, New York Stage Review: Finneran, interpretando o papel que foi tão memoravelmente desempenhado por Jayne Houdyshell na produção original do Manhattan Theater Club, se mostra tipicamente cativante, explorando o humor da peça enquanto sutilmente transmite que a alegra Beverly sabe mais do que deixa transparecer. Seus colegas de elenco desempenham suas tarefas de forma competente, mas acabam não conseguindo dar muita profundidade aos seus personagens subescritos. Faltando a finesse estética para aprofundar suas banalidades superficiais, A Recepcionista faz você se sentir como se estivesse em uma longa espera ao telefone.
Thom Geier, Culture Sauce: Sarah Benson dirige o espetáculo de forma eficiente, mas não há como escapar da leveza que A Recepcionista transmite, como um episódio prolongado de Black Mirror da Netflix com um começo excessivamente cômico. Assim que chegamos à grande revelação — e as consequências de uma visita de cliente que saiu horrivelmente, de forma imperdoável — A Recepcionista apressadamente encerra tudo. Em vez de confrontar os problemas sérios que são levantados ou as repercussões para personagens que começamos a conhecer (mesmo que apenas um pouco), A Recepcionista deixa o equivalente a um post-it de 'ligue de volta mais tarde' em nosso monitor.
Avaliação Média: 67,5%